Nesta segunda-feira, o Google anunciou a aquisição da Motorola Mobility, fabricante de tablets e celulares, ao preço de 12,5 bilhões de dólares.
Declaradamente, o Google está de olho nas 17.000 patentes da Motorola Mobility (outras 7.500 já estão a caminho). Controlando o direito de uso dessas invenções, a empresa escapa de disputas jurídicas, muito comuns no setor de tecnologia.
Além da questão relacionada a proteção legal, a Google também tem interesse em aperfeiçoar o seu sistema operacional para dispositivos móveis, o Android, e certamente essa compra vai favorecer isso.
Agora, o que nós, usuários, podemos esperar realmente dessa compra?
Analistas concordam que, de posse da propriedade das invenções da Motorola, o Google fortalecerá o Android, seu sistema operacional para dispositivos móveis, evitando reclamações judiciais e pagamentos de royalties a donos das patentes.
Contudo, existe uma pergunta que já esta sendo feita por muitos: com uma fábrica de celulares e tablets nas mãos, a Motorola Mobility, a empresa comandada por Larry Page (CEO da empresa) manterá parcerias com fabricantes como HTC, Sony Ericsson e Samsung? Ou apostará suas fichas no desenvolvimento de aparelhos próprios?
Na declaração que fez a imprensa, Page afastou a segunda hipótese. Afirmou que as duas companhias seguirão independentes e adiantou declarações positivas dos principais parceiros do Android.
De fato, as cerca de 17.000 patentes adquiridas pelo Google com a compra da Motorola devem dar ao gigante de buscas uma posição confortável frente à concorrência. Além de facilitar o desenvolvimento de novas ferramentas, que não exigiriam o pagamento de royalties aos donos das tecnologias, a empresa ainda poderia retirar dos parceiros do Android o ônus de pagar direito de propriedade intelectual a outras companhias. Vale lembrar, atualmente o Android está presente em 43% dos smartphones de todo mundo.
Caso a gigante decida desenvolver celulares e tablets Google, poderia surgir uma situação ao menos inusitada, onde os atuais parceiros se tornariam concorrentes. O curioso é que este caso poderia abrir uma brecha para a Microsof (rival do Google), onde as empresas que atualmente são parceiras do Google poderiam, em tese, abandonar o barco do Android e abraçar o sistema da Microsoft, o Windows Mobile Phone.
Como percebemos, isso é briga de peixe grande. Agora é esperar pra ver o desfecho disso.
Um abraço.
Marcelo
Este blog tem por finalidade principal a apresentação de comentários, avaliações, notícias, opiniões e dicas sobre os diversos temas da Tecnologia da Informação. Meu nome é Luís Marcelo Achite, sou formado em Matemática com Especialização em Engenharia de Software e Mestrado em Computação Aplicada. Trabalho na área de TI há 25 anos e venho acompanhando assiduamente a sua evolução desde os áureos dias dos XTs, ATs e 386.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
6/8, 20 anos da WEB
A “World Wide Web”, ou simplesmente Web, comemorou ontem (6/8) seus 20 anos de vida.
A data é comemorada a partir da publicação de Tim Berners-Lee, em 6 de agosto de 1991, do primeiro website que trazia detalhes sobre o projeto do hypertexto.
Vale lembrar que embora Web e Internet estejam amplamente ligadas, ambas não se tratam da mesma coisa.
Enquanto a Web é um meio de informação, que permite aos usuários ler e escrever em computadores conectados; a Internet existe desde meados da década de 1960. E serviços como a web e o e-mail operam através da internet.
De qualquer forma, vale comemorar o nascimento do padrão WWW e que você pode conferir nessa reprodução da página criada por Berners-Lee há exatos 20 anos.
A data é comemorada a partir da publicação de Tim Berners-Lee, em 6 de agosto de 1991, do primeiro website que trazia detalhes sobre o projeto do hypertexto.
Vale lembrar que embora Web e Internet estejam amplamente ligadas, ambas não se tratam da mesma coisa.
Enquanto a Web é um meio de informação, que permite aos usuários ler e escrever em computadores conectados; a Internet existe desde meados da década de 1960. E serviços como a web e o e-mail operam através da internet.
De qualquer forma, vale comemorar o nascimento do padrão WWW e que você pode conferir nessa reprodução da página criada por Berners-Lee há exatos 20 anos.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Computação em nuvem: Modismo ou algo que veio pra ficar?
Na última semana estive participando do EMC Forum 2011. O evento tratou exclusivamente do tema computação em nuvem com o tema “Nuvem encontra Big Data”.
Durante um dia foram apresentadas várias palestras sobre o tema, onde foi mostrado que a computação em nuvem não é um modismo e realmente veio para ficar. Muitas empresas sérias estão adotando a solução em seus mais variados níveis a fim de obter benefícios estratégicos.
Uma palestra muito interessante foi a do CIO da EMC, senhor Sanjay Mirchandani, onde ele falou com muita propriedade sobre a evolução do tema computação em nuvem, e deu uma excelente explicação sobre o que refere-se o termo big data, bem como mostrou quais são os principais procedimentos para levar a “Big Data” para a nuvem. Em tempo, Big Data refere-se a toda informação (estruturada ou não) que existe por ai. São informações estratégicas e necessárias para as empresas e que estão “invadindo” o ambiente de computação em nuvem.
Também foram apresentadas técnicas de backup em nuvem, bem como deve ser o gerenciamento da proteção de dados para ambientes empresariais em nuvem. No geral, o evento foi muito bom e mostrou que o tema não é algo passageiro e que veio para ficar. Empresas pequenas e grandes devem se preparar para isso e aquelas que não utilizam a solução, devem saber que algum dia o tema vai entrar nas mesas de discussão estratégia. É um fato que não tem volta.
Os fabricantes de tecnologia devem ajudar os seus clientes a entrarem no mundo da computação em nuvem e para isso é essencial a criação de novas habilidades dentro das empresas. Os profissionais de TI precisam estar preparados para essa mudança que cedo ou tarde ocorrerá. Como fazer isso? Acompanhando o mercado, observando tendências, conversando com outros profissionais a partir de fóruns, blogs, etc.
A principal dificuldade a ser enfrentada nos próximos anos é o grande volume de informações geradas fora das empresas e de forma não estruturada (vídeos, imagens, documentos comuns, SMS, etc). São dados que não se encaixam nos atuais sistemas de análise das empresas. Segundo a EMC, estima-se que atualmente existam 1,2 zetabytes de dados e em 2020, esse volume pode chegar a 35 zetabytes. (1 zetabyte = 1.000 exabyte = 1.000.000 petabyte = 1.000.000.000 terabyte = 1.000.000.000.000 gigabyte)
Sem dúvida é um novo mundo que exige muito estudo e preparação para evitar problemas, principalmente aqueles que se referem a segurança da informação. Não existe “bicho-papão”nesta estória, mas é essencial que as empresas definam o que se deseja fazer em termos de computação em nuvem, bem como o que se espera em termos de segurança, disponibilidade da informação e principalmente em quanto tempo se deseja concluir o processo de migração para a nuvem. Profissionais qualificados e competentes são essenciais para conduzir o processo, por isso as empresas devem investir na instrução de seus colaboradores.
Para concluir esse artigo, digo que a computação em nuvem veio para ficar e que as empresas devem se preparar para esse salto evolutivo. A cada dia surgem novas soluções em nuvem que ajudam as empresas na solução de problemas. Para aqueles que já estão trabalhando no tema em suas corporações, boa sorte nos trabalhos de migração e não se esqueçam de postar suas experiências para a comunidade. Aqueles que ainda não estão trabalhando, fiquem alertas ao mercado e se preparem, pois em algum momento o tema vai aparecer na sua frente.
Um abraço a todos.
Marcelo
Durante um dia foram apresentadas várias palestras sobre o tema, onde foi mostrado que a computação em nuvem não é um modismo e realmente veio para ficar. Muitas empresas sérias estão adotando a solução em seus mais variados níveis a fim de obter benefícios estratégicos.
Uma palestra muito interessante foi a do CIO da EMC, senhor Sanjay Mirchandani, onde ele falou com muita propriedade sobre a evolução do tema computação em nuvem, e deu uma excelente explicação sobre o que refere-se o termo big data, bem como mostrou quais são os principais procedimentos para levar a “Big Data” para a nuvem. Em tempo, Big Data refere-se a toda informação (estruturada ou não) que existe por ai. São informações estratégicas e necessárias para as empresas e que estão “invadindo” o ambiente de computação em nuvem.
Também foram apresentadas técnicas de backup em nuvem, bem como deve ser o gerenciamento da proteção de dados para ambientes empresariais em nuvem. No geral, o evento foi muito bom e mostrou que o tema não é algo passageiro e que veio para ficar. Empresas pequenas e grandes devem se preparar para isso e aquelas que não utilizam a solução, devem saber que algum dia o tema vai entrar nas mesas de discussão estratégia. É um fato que não tem volta.
Os fabricantes de tecnologia devem ajudar os seus clientes a entrarem no mundo da computação em nuvem e para isso é essencial a criação de novas habilidades dentro das empresas. Os profissionais de TI precisam estar preparados para essa mudança que cedo ou tarde ocorrerá. Como fazer isso? Acompanhando o mercado, observando tendências, conversando com outros profissionais a partir de fóruns, blogs, etc.
A principal dificuldade a ser enfrentada nos próximos anos é o grande volume de informações geradas fora das empresas e de forma não estruturada (vídeos, imagens, documentos comuns, SMS, etc). São dados que não se encaixam nos atuais sistemas de análise das empresas. Segundo a EMC, estima-se que atualmente existam 1,2 zetabytes de dados e em 2020, esse volume pode chegar a 35 zetabytes. (1 zetabyte = 1.000 exabyte = 1.000.000 petabyte = 1.000.000.000 terabyte = 1.000.000.000.000 gigabyte)
Sem dúvida é um novo mundo que exige muito estudo e preparação para evitar problemas, principalmente aqueles que se referem a segurança da informação. Não existe “bicho-papão”nesta estória, mas é essencial que as empresas definam o que se deseja fazer em termos de computação em nuvem, bem como o que se espera em termos de segurança, disponibilidade da informação e principalmente em quanto tempo se deseja concluir o processo de migração para a nuvem. Profissionais qualificados e competentes são essenciais para conduzir o processo, por isso as empresas devem investir na instrução de seus colaboradores.
Para concluir esse artigo, digo que a computação em nuvem veio para ficar e que as empresas devem se preparar para esse salto evolutivo. A cada dia surgem novas soluções em nuvem que ajudam as empresas na solução de problemas. Para aqueles que já estão trabalhando no tema em suas corporações, boa sorte nos trabalhos de migração e não se esqueçam de postar suas experiências para a comunidade. Aqueles que ainda não estão trabalhando, fiquem alertas ao mercado e se preparem, pois em algum momento o tema vai aparecer na sua frente.
Um abraço a todos.
Marcelo
segunda-feira, 18 de julho de 2011
MBA em Marketing: Um modismo ou algo realmente útil para você?
Ultimamente muitas pessoas tem se questionado sobre a pertinência ou não de se fazer um MBA em Marketing, encarando meses de estudo, dedicação e esforço para obter o título acadêmico. A algum tempo atrás, fazer um MBA nesse tema poderia ser considerado um luxo que não traria muitos benefícios práticos para a carreira.
As coisas mudaram e as exigências cresceram exponencialmente. Por isso acredito que hoje um MBA em Marketing possa ser um excelente diferencial de carreira e possibilite que profissionais usem o conteúdo aprendido lá para alavancar as técnicas de divulgação e venda de seus negócios. É importante entender que um MBA em Marketing vai agregar ao profissional uma série de técnicas que permitam a ele entender melhor o público foco de seu trabalho, bem como identificar quais são os melhores enfoques para vender um produto, informar uma projeto, patrocinar um evento ou simplesmente vender uma ideia a esse público ou mesmo a um grupo distinto de pessoas.
Em termos gerais, é extremamente vantajoso para um empresa ter um especialista em marketing. Até me atrevo a dizer que isso é essencial, devido principalmente ao perfil dinâmico das pessoas e das próprias corporações. Por isso ter uma pessoa que entenda do assunto pode realmente favorecer o sucesso de uma empresa, assim como o seu fracasso.
Estudos recentes demonstram que em geral os profissionais recebem promoções, aumento de salário e benefícios extras a partir do momento que se dedicam a uma qualificação através de uma especialização acadêmica. E sem dúvida, um MBA em Marketing pode ser considerada um excelente mecanismo de especialização para os mais variados profissionais, desde gestores de áreas até executivos ou responsáveis por áreas estratégicas das empresas.
Segundo a atual definição de marketing divulgada pela American Marketing Association, Marketing deve ser considerado como uma atividade, conjunto de instituições e processos que devem ser usados para criar, comunicar, distribuir e negociar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade no geral. Essa definição vem de encontro a necessidade de se fazer um MBA em Marketing, bem como a questão crucial de uma empresa ter um profissional que entenda desse tema para alavancar seus negócios.
Portanto, podemos concluir que as empresas precisam ter um profissional que seja entendido no assunto de marketing, e consequentemente devem empregar gestores que tenham MBA em Marketing, de forma que esses profissionais possam criar processos que possam atuar socialmente, beneficiando assim toda a sociedade, fidelizar clientes e especialmente atrair novos consumidores, otimizando a qualidade de atendimento e pós-atendimento.
Existem várias escolas que ensinam marketing de forma equilibrada e eficiente. Como ponto de partida, sugiro o site EducaEdu. Faça uma pesquisa lá, encontre a escola e coloque em sua agenda a realização de um MBA em Marketing.
Bem, é isso. Um abraço a todos.
Marcelo
As coisas mudaram e as exigências cresceram exponencialmente. Por isso acredito que hoje um MBA em Marketing possa ser um excelente diferencial de carreira e possibilite que profissionais usem o conteúdo aprendido lá para alavancar as técnicas de divulgação e venda de seus negócios. É importante entender que um MBA em Marketing vai agregar ao profissional uma série de técnicas que permitam a ele entender melhor o público foco de seu trabalho, bem como identificar quais são os melhores enfoques para vender um produto, informar uma projeto, patrocinar um evento ou simplesmente vender uma ideia a esse público ou mesmo a um grupo distinto de pessoas.
Em termos gerais, é extremamente vantajoso para um empresa ter um especialista em marketing. Até me atrevo a dizer que isso é essencial, devido principalmente ao perfil dinâmico das pessoas e das próprias corporações. Por isso ter uma pessoa que entenda do assunto pode realmente favorecer o sucesso de uma empresa, assim como o seu fracasso.
Estudos recentes demonstram que em geral os profissionais recebem promoções, aumento de salário e benefícios extras a partir do momento que se dedicam a uma qualificação através de uma especialização acadêmica. E sem dúvida, um MBA em Marketing pode ser considerada um excelente mecanismo de especialização para os mais variados profissionais, desde gestores de áreas até executivos ou responsáveis por áreas estratégicas das empresas.
Segundo a atual definição de marketing divulgada pela American Marketing Association, Marketing deve ser considerado como uma atividade, conjunto de instituições e processos que devem ser usados para criar, comunicar, distribuir e negociar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade no geral. Essa definição vem de encontro a necessidade de se fazer um MBA em Marketing, bem como a questão crucial de uma empresa ter um profissional que entenda desse tema para alavancar seus negócios.
Portanto, podemos concluir que as empresas precisam ter um profissional que seja entendido no assunto de marketing, e consequentemente devem empregar gestores que tenham MBA em Marketing, de forma que esses profissionais possam criar processos que possam atuar socialmente, beneficiando assim toda a sociedade, fidelizar clientes e especialmente atrair novos consumidores, otimizando a qualidade de atendimento e pós-atendimento.
Existem várias escolas que ensinam marketing de forma equilibrada e eficiente. Como ponto de partida, sugiro o site EducaEdu. Faça uma pesquisa lá, encontre a escola e coloque em sua agenda a realização de um MBA em Marketing.
Bem, é isso. Um abraço a todos.
Marcelo
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
Carreira em TI: Ficar no emprego por 2-3 anos e mudar. Seria essa uma nova tendência?
A alguns anos atras era comum escutar dos profissionais de seleção de recursos humanos que um bom funcionario é aquele que fica a vida toda numa empresa, tendo poucas mudanças de endereço profissional. Inclusive isso era muito bem visto no momento de contratação, sendo que os profissionais "ganhavam pontos" por terem ficado muitos anos numa mesma corporação.
No século 21, esta ocorrendo uma verdadeira quebra de paradigma com relação a esse tema, onde se esperam que profissionais troquem de emprego entre 15 a 20 vezes num periodo de 50 anos, ou seja, a cada 3 anos ou menos.
Segundo pesquisas em empresas realizadas recentemente nos Estados Unidos, quando se pergunta ao empregador qual a expectativa do tempo médio que um empregado deve ficar na empresa, a grande maioria responde que o empregado deve ficar entre 3-5 anos (mais de 45% das respostas). Isso realmente indica uma mudança grande no mercado de trabalho.
Anteriomente, ao fazer uma contratação, as empresas olhavam o curriculum da pessoa e se esta havia ficado muito tempo no emprego, ela era considerada um profissional exemplar. O oposto (pessoa ficava pouco tempo e mudava muito de emprego), era visto com muito receio, sendo que no geral o profissional era considerado instável, ganancioso ou egoísta. Independente das qualidades técnicas, esse profissional já era "negativado".
Hoje, esta ocorrendo justamente o inverso. Se uma pessoa fica muito tempo numa empresa, a primeira pergunta que vem é "O que diabos essa pessoa tem feito de especial para ficar tanto tempo ai?". No geral, quando isso acontece pode ser que a empresa não é dinâmica e está estagnada ou mesmo que o profissional não é dinâmico e se acomodou no cargo/função. Observem que isso não é uma regra, mas uma percepção.
Como podemos nos resguardar dessa nova tendência para não sermos considerados profissionais obsoletos e acomodados? A Educação continuada é a arma. Um profissional deve sempre procurar fazer cursos e se aperfeiçoar. Achei muito legal a comparação disso com a analogia de um carro novo. Um carro novo perde aproximadamente 10% do seu valor ao sair da concessionária, independente de se comprar uma Ferrari último tipo ou um Chevrolet "basicão". O valor do carro começa a declinar no momento que começamos a usá-lo. No caso do lado profissional, o valor de um treinamento e educação começa a declinar no momento que completamos o curso. Anos depois de sua realização já não vai valer muita coisa, ou mesmo valer nada.
Resumindo, independente das nossas habilidades ou cursos acadêmicos, a educação continuada é a aposta vencedora. Seremos sumariamente excluídos se não estivermos devidamente treinados e conseguirmos acompanhar o mercado. A resposta simples e direta para isso é "sempre evoluir profissionalmente através de educação continuada e não se deixar estagnar".
Bem, é isso. Achei bem interessante a temática e quebra desse paradígma. Temos que ficar atentos para não virar "elefantes brancos" nas corporações. É umais um tema para pensar.
Marcelo
No século 21, esta ocorrendo uma verdadeira quebra de paradigma com relação a esse tema, onde se esperam que profissionais troquem de emprego entre 15 a 20 vezes num periodo de 50 anos, ou seja, a cada 3 anos ou menos.
Segundo pesquisas em empresas realizadas recentemente nos Estados Unidos, quando se pergunta ao empregador qual a expectativa do tempo médio que um empregado deve ficar na empresa, a grande maioria responde que o empregado deve ficar entre 3-5 anos (mais de 45% das respostas). Isso realmente indica uma mudança grande no mercado de trabalho.
Anteriomente, ao fazer uma contratação, as empresas olhavam o curriculum da pessoa e se esta havia ficado muito tempo no emprego, ela era considerada um profissional exemplar. O oposto (pessoa ficava pouco tempo e mudava muito de emprego), era visto com muito receio, sendo que no geral o profissional era considerado instável, ganancioso ou egoísta. Independente das qualidades técnicas, esse profissional já era "negativado".
Hoje, esta ocorrendo justamente o inverso. Se uma pessoa fica muito tempo numa empresa, a primeira pergunta que vem é "O que diabos essa pessoa tem feito de especial para ficar tanto tempo ai?". No geral, quando isso acontece pode ser que a empresa não é dinâmica e está estagnada ou mesmo que o profissional não é dinâmico e se acomodou no cargo/função. Observem que isso não é uma regra, mas uma percepção.
Como podemos nos resguardar dessa nova tendência para não sermos considerados profissionais obsoletos e acomodados? A Educação continuada é a arma. Um profissional deve sempre procurar fazer cursos e se aperfeiçoar. Achei muito legal a comparação disso com a analogia de um carro novo. Um carro novo perde aproximadamente 10% do seu valor ao sair da concessionária, independente de se comprar uma Ferrari último tipo ou um Chevrolet "basicão". O valor do carro começa a declinar no momento que começamos a usá-lo. No caso do lado profissional, o valor de um treinamento e educação começa a declinar no momento que completamos o curso. Anos depois de sua realização já não vai valer muita coisa, ou mesmo valer nada.
Resumindo, independente das nossas habilidades ou cursos acadêmicos, a educação continuada é a aposta vencedora. Seremos sumariamente excluídos se não estivermos devidamente treinados e conseguirmos acompanhar o mercado. A resposta simples e direta para isso é "sempre evoluir profissionalmente através de educação continuada e não se deixar estagnar".
Bem, é isso. Achei bem interessante a temática e quebra desse paradígma. Temos que ficar atentos para não virar "elefantes brancos" nas corporações. É umais um tema para pensar.
Marcelo
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Cronologia do Windows
Hoje estava lendo um artigo e precisei buscar informações sobre quando as versões do Windows foram lançadas. A informação pode ser obtida facilmente na internet. Consegui inclusive uma linha cronológica com comparativos entre o sistema da Microsoft e da Apple (Veja aqui).
De qualquer modo, segue um resumo do que encontrei.
20/11/1985: Windows 1.0 foi lançado. Esse sistema funcionava sobre o MS-DOS e não era um sistema operacional completo. Praticamente era uma interface gráfica que rodava sob o DOS.
9/12/1987: Windows 2.0 foi lançado. Era o Windows 1.0 melhorado, mas ainda sim não era um sistema operacional completo.
22/5/1990: Windows 3.0 foi lançado. Era usado em computadores 286 e 386. A versão 3.0 foi o primeiro sucesso amplo do Windows. Ao contrário das versões anteriores, ele era um Windows completamente novo, mas ainda sim rodava sob o DOS.
6/4/1992: Windows 3.1 foi lançado. Praticamente era um Windows 3.0 melhorado. Era apresentado em 8 disquetes de alta densidade de 3,5″ de 1,44 MB cada um.
24/8/1995: Windows 95 foi lançado. O sistema vendeu 1 milhão de cópias em 4 dias. O Windows 95 veio a unificar as duas linhagens de sistemas da empresa, (MS-DOS e Windows), e foi o principal lançamento da empresa na década de 1990. Ele era um sistema operacional completo e não dependia do DOS para funcionar.
25/6/1998: Windows 98 foi lançado. Foram corrigidas muitas das falhas do seu antecessor. A maior novidade desta versão era a completa integração do S.O. e da Internet. Utilizava o Internet Explorer 4.
14/9/2000: Windows ME foi lançado. Essa versão do Windows trouxe algumas inovações, como a capacidade de lidar com várias mídias digitais, vindo pronto para o MP3, um programa de edição de vídeo (Windows Movie Maker), um assistente de criação de redes digitais domésticas e versões de programas atualizados. Foi um verdadeiro fiasco. Não funcionava direito e era muito pesado.
31/5/2001: Windows XP (XP de eXPerience, experiência em inglês) foi lançado. Utilizava o Internet Explorer 6, considerado por alguns um dos mais odiados navegadores de todos os tempos.
30/1/2007: Windows VISTA foi lançado. Esse sistema veio substituir o seu predecessor, o Windows XP, um sistema muito bem aceito e que não apresentava muitos problemas de execução. Por sua vez, o VISTA era um sistema bem pesado e exigia um hardware melhor. Não teve o uso esperado e muitas empresas optaram por não migrar para esse sistema, ficando com o Windows XP.
22/10/2009: Windows 7 foi lançado. Considerado por muitos o Windows VISTA corrigido e melhorado. Realmente um sistema mais estável, menos pesado e mais arrumado. Teve uma aceitação melhor e muitas empresas que ficaram com o Windows XP já optaram por fazer a migração.
Em algum momento de 2012: Windows 8. O Windows 8 foi anunciado oficialmente por Steve Ballmer, o CEO da Microsoft, e deve funcionar em qualquer tipo de dispositivo, incluindo tablets. O que mais chamou a atenção foi a interface totalmente renovada e os novos aplicativos, e segundo a Microsoft será fácil produzir aplicativos para o sistema.
Bem, é isso. Espero que esse resumo os ajude em algum momento.
Um abraço.
Marcelo
De qualquer modo, segue um resumo do que encontrei.
20/11/1985: Windows 1.0 foi lançado. Esse sistema funcionava sobre o MS-DOS e não era um sistema operacional completo. Praticamente era uma interface gráfica que rodava sob o DOS.
9/12/1987: Windows 2.0 foi lançado. Era o Windows 1.0 melhorado, mas ainda sim não era um sistema operacional completo.
22/5/1990: Windows 3.0 foi lançado. Era usado em computadores 286 e 386. A versão 3.0 foi o primeiro sucesso amplo do Windows. Ao contrário das versões anteriores, ele era um Windows completamente novo, mas ainda sim rodava sob o DOS.
6/4/1992: Windows 3.1 foi lançado. Praticamente era um Windows 3.0 melhorado. Era apresentado em 8 disquetes de alta densidade de 3,5″ de 1,44 MB cada um.
24/8/1995: Windows 95 foi lançado. O sistema vendeu 1 milhão de cópias em 4 dias. O Windows 95 veio a unificar as duas linhagens de sistemas da empresa, (MS-DOS e Windows), e foi o principal lançamento da empresa na década de 1990. Ele era um sistema operacional completo e não dependia do DOS para funcionar.
25/6/1998: Windows 98 foi lançado. Foram corrigidas muitas das falhas do seu antecessor. A maior novidade desta versão era a completa integração do S.O. e da Internet. Utilizava o Internet Explorer 4.
14/9/2000: Windows ME foi lançado. Essa versão do Windows trouxe algumas inovações, como a capacidade de lidar com várias mídias digitais, vindo pronto para o MP3, um programa de edição de vídeo (Windows Movie Maker), um assistente de criação de redes digitais domésticas e versões de programas atualizados. Foi um verdadeiro fiasco. Não funcionava direito e era muito pesado.
31/5/2001: Windows XP (XP de eXPerience, experiência em inglês) foi lançado. Utilizava o Internet Explorer 6, considerado por alguns um dos mais odiados navegadores de todos os tempos.
30/1/2007: Windows VISTA foi lançado. Esse sistema veio substituir o seu predecessor, o Windows XP, um sistema muito bem aceito e que não apresentava muitos problemas de execução. Por sua vez, o VISTA era um sistema bem pesado e exigia um hardware melhor. Não teve o uso esperado e muitas empresas optaram por não migrar para esse sistema, ficando com o Windows XP.
22/10/2009: Windows 7 foi lançado. Considerado por muitos o Windows VISTA corrigido e melhorado. Realmente um sistema mais estável, menos pesado e mais arrumado. Teve uma aceitação melhor e muitas empresas que ficaram com o Windows XP já optaram por fazer a migração.
Em algum momento de 2012: Windows 8. O Windows 8 foi anunciado oficialmente por Steve Ballmer, o CEO da Microsoft, e deve funcionar em qualquer tipo de dispositivo, incluindo tablets. O que mais chamou a atenção foi a interface totalmente renovada e os novos aplicativos, e segundo a Microsoft será fácil produzir aplicativos para o sistema.
Bem, é isso. Espero que esse resumo os ajude em algum momento.
Um abraço.
Marcelo
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Facebook faz acordo com Skype e passa a oferecer videochamada
Nesta quarta o Facebook anunciou que vai passar a oferecer o recurso de videochamada entre os membros da rede social. Este recurso foi desenvolvido em conjunto com o Skype.
O funcionamento parece simples. Basta entrar na página de um perfil e clicar em um botão para chamá-lo. O outro usuário recebe um aviso na tela, para que ele aceite ou negue o pedido de conversa. Quando a chamada é iniciada, o vídeo é exibido em uma camada sobre a janela do navegador.
O Facebook ainda apresentou outros dois recursos no evento: conversas em grupo e novo design para conversas.
No bate-papo em grupo, o usuário poderá incluir tanto quem estiver on-line quanto quem estiver off-line. Quando a pessoa que não participou da conversa se conectar à rede, verá todo o histórico.
O novo design ajusta automaticamente a interface de chat de acordo com o tamanho da janela do navegador.
O Facebook começa a oferecer os novos recursos a partir de hoje, mas somente para alguns usuários. A novidade será espalhada de maneira viral: assim que um usuário sem o serviço receber uma chamada, ele passará a ter acesso às funcionalidades.
Por enquanto, só os chats em texto poderão ser em grupo. As chamadas de vídeo só poderão ser feitas entre duas pessoas.
O funcionamento parece simples. Basta entrar na página de um perfil e clicar em um botão para chamá-lo. O outro usuário recebe um aviso na tela, para que ele aceite ou negue o pedido de conversa. Quando a chamada é iniciada, o vídeo é exibido em uma camada sobre a janela do navegador.
O Facebook ainda apresentou outros dois recursos no evento: conversas em grupo e novo design para conversas.
No bate-papo em grupo, o usuário poderá incluir tanto quem estiver on-line quanto quem estiver off-line. Quando a pessoa que não participou da conversa se conectar à rede, verá todo o histórico.
O novo design ajusta automaticamente a interface de chat de acordo com o tamanho da janela do navegador.
O Facebook começa a oferecer os novos recursos a partir de hoje, mas somente para alguns usuários. A novidade será espalhada de maneira viral: assim que um usuário sem o serviço receber uma chamada, ele passará a ter acesso às funcionalidades.
Por enquanto, só os chats em texto poderão ser em grupo. As chamadas de vídeo só poderão ser feitas entre duas pessoas.
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